No artigo anterior vimos que os escritos do Novo Testamento sugerem que os primeiros cristãos em Jerusalém não abandonaram a adoração no Templo após a Expiação de Cristo; eles foram expulsos. O Livro de Apocalipse indica que estes cristãos tinham uma crença no Templo Celeste e na ligação entre a realeza e o sacerdócio israelitas, com o templo. Eles também acreditavam que mortais podiam ser reis e sacerdotes para Deus. E Jesus Cristo fez várias promessas a Seus discípulos fiéis, em conexão com conceitos do templo israelita, rituais de iniciação de reis e sacerdotes do templo.

As perguntas que poderiam ser feitas neste ponto é: Será que os primeiros cristãos visualizavam esta conexão com os antigos rituais de iniciação no templo como algo alegórico? Haveria evidências de que a conexão tomou alguma forma litúrgica? O melhor que podemos fazer neste sentido é dar uma olhada nas práticas ritualísticas cristãs dos primeiros séculos e verificar se há uma ligação com as antigas cerimônias de iniciação dos reis e sacerdotes israelitas.

O primeiro ponto a considerarmos é a visão dos estudiosos quanto à origem e desenvolvimento dos rituais cristãos do primeiro século. De acordo com Margaret Barker, a liturgia cristã teve origem primeiramente no interior das sinagogas judaicas. [1]

O fato de Jesus Cristo ser considerado o Grande Sumo Sacerdote, nos leva de volta a sinagoga judaica, lugar onde os sumos sacerdotes oficiavam (Hebreus 4:14). Outro ponto é a mensagem central do cristianismo, a Expiação. Os rituais de adoração no templo israelita guiam-nos simbolicamente ao sacrifício do Messias Prometido, e inegavelmente à promessa de redenção. Além disso, os próprios cristãos viam-se como um reino de sacerdotes, fundamentados no sacerdócio real do templo original (1 Pedro 2:9). A sinagoga estava intimamente relacionada com o Sumo Sacerdote e os sacerdotes reais. [2]

Como tudo isso em mente podemos nos voltar a uma coleção de textos de iniciação cristã do Dr. Maxwell Johnson, da Universidade de Notre Dame, chamada de Documentos da Liturgia Batismal. Estes textos fazem referência a termos como templo, pia, altar, sacrifício, incenso, sacerdote e sumo sacerdote. Há também declarações em que iniciados estão indo ao templo receber certas ordenanças e também entrar no Santo dos Santos. Como mencionado em Apocalipse é também prometido nestes textos, a entrada no Paraíso de Deus, após passarem por querubins. Em certos textos os iniciados são comparados com Adão e seus nomes registrados no Livro da Vida. Um dos textos diz: “Assim como os antigos pais e reis de Israel foram ungidos, você é ungido.” [3]

A cerimônia de iniciação dos primeiros cristãos foi amplamente estudada e documentada por Maxwell Johnson. Em seu estudo podemos identificar vários conceitos bíblicos que relacionam a unção dos reis e sacerdotes israelitas e os primeiros cristãos, tais como:

O iniciado é levado ao “santo templo de Deus para receber a unção”.

A unção é feita com azeite.

O óleo é perfumado e consagrado.

Um recipiente com formato de chifre guarda o óleo.

Uma quantidade suficiente de óleo é colocada na palma da mão do sacerdote e este unge o corpo do iniciado completamente, iniciando pela cabeça.

Dentre os textos de Johnson há ainda um antigo texto armênio que descreve a cerimônia de unção como era praticada no século IX:

“[O sacerdote] unge [o iniciado] com o óleo santo:

Primeiro toca na testa, dizendo: Derramo um óleo perfumado em nome de Cristo, o selo dos dons celestiais.

Em seguida nos olhos, dizendo: Este selo que está em nome de Cristo, possa iluminar os teus olhos, para que não possas dormir na morte para sempre.

Nas orelhas: Que a unção da santidade seja para ti a audição dos mandamentos divinos.

Nas narinas: Que este selo de Cristo seja para ti por um cheiro doce de vida em vida.

Na boca, dizendo: Que este selo seja para ti um relógio definido antes de tua boca e uma porta para manter os teus lábios.

Nas palmas das mãos, dizendo: Que este selo de Cristo seja para ti um meio de fazer o bem, de ações virtuosas e de bem-estar.

No coração: Que este selo da santidade divina estabeleça em ti um coração santo, e renove o espírito na posição vertical dentro do teu interior.

Na espinha dorsal: Que este selo que está no nome de Cristo seja para ti um escudo e broquel, e que sejas capaz de apagar todos os dardos inflamados do Maligno.

E nos pés: Que este selo divino guie os teus passos corretamente para a vida imortal.

Em um dos textos de Maxwell Johnson é citado uma roupa batismal, especificamente chamada de “o manto glorioso que Adão perdeu”. Nestes escritos, a roupa branca é dada ao iniciado. Uma clara referência as vestes brancas usadas por reis e sacerdotes israelitas. Em outros textos, além das “vestes brancas”, os iniciados recebem uma cobertura real para a cabeça chamada de “coroa”. A estes iniciados é dito estarem vestidos com “roupas da glória” (Êxodo 28:2, 40).

Os paralelos continuam. Uma peça do vestuário cerimonial era cingida à cintura. A mesma peça de vestuário foi usada pelo sacerdote do templo como “uma espécie de avental pendurado na frente do corpo do sacerdote e preso à cintura por meio de um cinto em anexo; era feito de pano de linho fino e bordado com linhas coloridas”. [4] A evidência de aventais entre os primeiros cristãos é tanto literária como arqueológica. Monges do Egito usaram aventais em cerimônias litúrgicas e foram enterrados com eles. Segundo estudos da Universidade Brigham Young uma escavação de um vasto cemitério cristão pré-copta no Egito revelou que muitos cristãos foram sepultados com aventais amarrados a cintura sobre roupas de linho. [5]

Além dos aventais, outros dois itens de vestuário usados pelos cristãos primitivos foram encontrados no cemitério egípcio. Um manto de linho reunido em um nó sobre um dos ombros. Em alguns cristãos o manto fora colocado sobre o ombro direito, em outros sobre o ombro esquerdo. O mais interessante nestes mantos é que foram decorados com rosetas em cada peito e sobre o joelho direito. E sobre o abdômen um corte. Essa é uma característica importante, pois em representações artísticas das vestes cerimoniais às vezes é retratada uma marca com desenho linear.

Estas marcas são em geral conhecidas como gammadia. O nome vem da letra grega gama, e tem formato de um ângulo reto. O significado exato dessas marcas não é conhecido pelos estudiosos, mas Edmondo Lupieri, professor italiano da história do cristianismo, comentando sobre o livro de Apocalipse tem dito que a gammadia pode estar conectada com a realeza de Jesus Cristo. Algumas representações antigas de Cristo entronizado o mostram, assim como seus anjos com tais marcas em seus mantos. Deve também lembrar que estas marcas foram também descobertas nas túnicas de alguns cristãos coptas. [6]

Mencionando ainda as antigas representações cristãs, há nelas diversas referências ao véu das igrejas cristãs orientais que separavam a câmara principal destinada ao publico em geral, do que eles chamavam de Santo dos Santos. Nestes véus que tinham como finalidade fazer separação entre os dois ambientes havia marcações semelhantes com a gammadia. O mesmo padrão é encontrado nas igrejas bizantinas. Em uma representação do século IV de Zacarias e sua esposa Isabel, vemos o casal segurando contra o peito um compasso e um esquadro, respectivamente. Para os primeiros cristãos o ângulo reto era uma representação da justiça de Deus.

Em muitas representações cristãs o Senhor foi representado como o Criador portando um compasso de arquiteto. Curiosamente esta imagem tem ligação com os ritos de iniciação dos reis israelitas.

Na tradição israelita Deus era visto como um rei que derrota o monstro Caos no momento da criação. A serpente Caos habitava os mares e dominava sobre a terra com terror. [7] Os antigos rabinos viam o texto de Provérbios capitulo 8 como uma referência ao Deus Criador que conquistou o monstro Caos inscrevendo um círculo em torno do mar e estabelecendo um limite para as ondas. A mesma representação parece estar contida em Salmos 89 ao lermos o Senhor dizer ao rei de Israel: “Porei também a sua mão [sobre] o mar.” Segundo o professor Nicolas Wyatt da Universidade de Edimburgo, este versículo parece falar do poder concedido pelo Rei Celeste ao rei israelita sobre o Caos. [8] Ainda falando sobre os textos de Maxwell Johnson, neles é mencionado que os primeiros cristãos ao receberem seus ritos de iniciação, eram ensinados sobre a história da criação e em certo momento eles tinham um confronto com uma serpente chamada satanás. Neste ponto do ritual os iniciados deviam dizer para a serpente “afastar-se”.

Em várias representações artísticas cristãs do passado, identificamos cenas como as de um sacerdote sendo admitido à porta do Paraíso pelo apóstolo Pedro, ou a de um cristão ressuscitado com vestes brancas ás portas da Nova Jerusalém. Na maioria dessas imagens um significativo aperto de mão é trocado.

O estudioso de Salmos John Eaton, sinaliza que na tradução do Rei Jaime da Bíblia, no texto de coroação em Salmos 89:13, 21 a mão direita do Senhor estabelecerá o rei de Israel, sugerindo um aperto de mão entre o Rei Celestial e o vice-rei terreno. [9] Outros dois estudiosos comentando também sobre Salmos 89 sugerem que um aperto de mão entre Deus e o rei faziam parte da entronização israelita. [10]

O livro The Church of the East: An Illustrated History of Assyrian Christianity de Christoph Baumer, contém informações valiosas sobre os padrões de adoração e arquitetura litúrgica herdados pelos cristãos no oriente. Um resumo dessas informações lança mais luz sobre a ligação entre os antigos ritos no templo israelita e a adoração templária entre os primeiros cristãos: A arquitetura das igrejas orientais era de natureza simbólica, refletindo o eixo espaço e tempo. Espaço ligando terra e paraíso e tempo ligando criação e os acontecimentos da vida, crucificação e ressurreição do Salvador.

As igrejas Nestorianas são orientadas para o sol nascente no leste, tendo como o ponto mais sagrado do edifício uma localização que corresponde à glória de Deus como visto na visão de Ezequiel do templo israelita (Ezequiel 43;1-4). Logo após a entrada da igreja há um “pátio” ao ar livre onde os sapatos dos fiéis são removidos. Mais a frente há outro recinto menor onde orações são oferecidas. O interior da igreja inclui um salão principal para a congregação chamada “nave”. Esta área representa a terra e a parte mais oriental da mesma, o Jardim do Éden ou “portal”. O paraíso é considerado como uma ponte entre o céu e a terra, e neste ponto, quando as escrituras são lidas, os leitores são considerados mensageiros angélicos que trazem os ensinamentos de Deus do céu à terra. Geralmente há um caminho ligeiramente elevado no piso das igrejas orientais que leva até o Jardim do Éden chamado de “caminho reto”, significando “caminho estreito” que conduz ao reino celestial. Havia em tempos passados, entradas separadas para homens e mulheres e cada grupo reunia-se separados, homens à direita e mulheres à esquerda. A parte mais importante da igreja é chamada “coro” ou Santo dos Santos. Este lugar representa o céu e é onde a “liturgia dos mistérios” ocorre. Um altar é colocado dentro desta área e acima dele um baldaquino simbolizando a Arca da Aliança. O Santo dos Santos é elevado em três níveis. Entre o Santos dos Santos e a nave em algumas igrejas orientais, havia uma barreira construída de madeira ou pedra, equipada com uma porta e uma “cortina” esticada, com o fim de esconder o conteúdo e as atividades do lugar santíssimo. Nas igrejas ortodoxas sírias apenas uma cortina era usada para marcar essa divisão. Quando a cortina está fechada representa a quebra da ligação entre o céu e a terra causada pelas ações de Adão e Eva. Em tempos antigos a presença de Adão no edifício era representada por seu túmulo simbólico na nave. A cortina é puxada de lado durante a liturgia simbolizando a abertura do céu e da presença de Jesus Cristo. Apenas alguns sacerdotes são autorizados a passar pela cortina e entrar no Santo dos Santos. O sacerdote conduz as orações da congregação diante do altar e incenso é usado para representar o aumento das orações. [11]

Percebem-se na arquitetura dessas igrejas orientais os três níveis ascendentes da existência humana, como bem conhecido no antigo templo israelita.

Para concluir, um resumo dos ritos de iniciação dos monges ortodoxos gregos a partir de um livro publicado pela Universidade de Yale. O iniciado é levado para dentro da igreja, recebe um “novo nome” e é investido com uma túnica e um cocar.

O ritual é divido em três fases simbólicas: Um segundo batismo ou lavagem, o retorno do filho pródigo e um casamento. O iniciado é levado as Portas Reais e ao altar ou véu, onde o abade, que representa o pai do filho pródigo o atende. Há uma troca de perguntas e respostas e o abade pergunta ao iniciado por que ele veio até ali. O iniciado responde sua intenção. As perguntas e respostas se incorporam em “votos formais” de obediência, castidade e uma vida monástica. O abade lembra ao iniciado que anjos invisíveis estão presentes. O iniciado é investido com uma roupa eclesiástica, um cinto e um cocar. No fim da cerimônia ambos trocam um abraço.

O iniciado é investido com a Grande Schema ou vestido religioso completo, que inclui um avental símbolo de Adão e do Paraíso. Esta roupa deve ser usada dia e noite mesmo até a morte. Neste ponto o iniciado renuncia ao mundo e as coisas do mundo. [12]

Ao fim deste artigo, podemos nos perguntar: Como elementos simbólicos da adoração no templo podem ser encontrados em outros locais do mundo que não o templo santo? Teria Joseph Smith usado essas informações a fim de restaurar a adoração moderna no Templo? As respostas para essas perguntas são encontradas nas palavras de dois grandes estudiosos SUD:

“Gostaria de sugerir que o motivo pelo qual a construção de templos e a adoração nos templos são coisas encontradas em todas as eras, em toda parte e entre todos os povos seja porque o evangelho em sua plenitude foi revelado a Adão, e todas as religiões e práticas religiosas, portanto, derivam de resquícios da verdade dada a Adão e por ele transmitida aos patriarcas. As ordenanças do templo necessárias para essa época foram dadas, sem dúvida, naqueles dias antigos e, naturalmente, formas corrompidas dessas ordenanças foram passadas adiante, ao longo das eras. Os que compreendem a natureza eterna do evangelho — que foi planejado antes da fundação da Terra — entendem claramente por que toda a história parece girar em torno da construção e utilização de templos.” [13]

“Os mesmos estudos comparativos que descobriram um padrão comum em todas as religiões antigas — um fenômeno hoje chamado de ‘padronismo’ — também demonstraram o processo de difusão pelo qual esse padrão se espalhou pelo mundo — sendo esfacelado nesse processo e do qual podem ser encontrados resquícios reconhecíveis em quase todas as terras e épocas. (…) Teria Joseph Smith reinventado o templo, reunindo novamente todos os fragmentos — judeus, ortodoxos, maçons, gnósticos, hindus, egípcios, etc.? Não, não foi assim que aconteceu. Pouquíssimos fragmentos estavam disponíveis em sua época, e o trabalho de reuni-los, como vimos, só começou na segunda metade do século XIX. Mesmo que estivessem disponíveis, aqueles míseros fragmentos não poderiam ser reunidos para formar um todo. Até hoje, os estudiosos que os coletam não sabem o que fazer com eles. Não é o templo que deriva deles, mas sim, o contrário. (…) O fato de que algo de tamanha plenitude, coerência, engenhosidade e perfeição tenha sido trazido à luz num único local e momento — da noite para o dia, por assim dizer — é uma prova muito adequada de uma dispensação especial.” [14]

O propósito deste artigo foi afirmar que as reivindicações de que a Expiação de Cristo deu fim à adoração no templo não encontram fundamento nas crenças religiosas dos primeiros cristãos. Que um estudo sério e profundo de textos do Velho e do Novo Testamento sobre os rituais templários de reis e sacerdotes israelitas encontra significativa ligação com as práticas religiosas dos cristãos do primeiro século. Que há fortes evidências de que as práticas litúrgicas do antigo templo israelita ecoaram entre os seguidores ortodoxos até os dias de hoje.

Notas

1.       Margaret Barker, The Great High Priest: The Temple Roots of Christian Liturgy (Edinburgh, Scotland: T. & T. Clark, 2003), 141.

2.      Margaret Barker, Temple Themes in Christian Worship (Edinburgh, Scotland: T. & T. Clark, 2007), 20.

3.      Edward C. Whitaker and Maxwell E. Johnson, eds., Documents of the Baptismal Liturgy, rev. and exp. (Collegeville, MN: Liturgical Press, 2003).

4.      Leopold Sabourin, Priesthood: A Comparative Study (Leiden: E. J. Brill, 1973), 152.

5.      Wilfred Griggs, “Evidences of a Christian Population in the Egyptian Fayum and Genetic and Textile Studies of the Akhmim Noble Mummies,”Brigham Young University Studies, vol. 33, no. 2, 1993, 214-243.

6.      Edmondo F. Lupieri, A Commentary on the Apocalypse of John (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 2006), 306-307.

7.      Hermann Gunkel, Creation and Chaos in the Primeval Era and the Eschaton (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 2006), 29.

8.      Nicolas Wyatt, Myths of Power: A Study of Royal Myth and Ideology in Ugarit and Biblical Tradition (M¸nster: Ugarit-Verlag 1996), 301-302.

9.      John Eaton, The Psalms (New York: T. & T. Clark, 2003), 317.

10.   Arnold A. Anderson, The Book of Psalms: Volume 2, Psalms 73-150 (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1981), 535; Hans-Joachim Kraus, Theology of the Psalms (Minneapolis, MN: Augsburg Publishing, 1986), 173.

11.    Christoph Baumer, The Church of the East: An Illustrated History of Assyrian Christianity (New York: I. B. Tauris, 2006), 122-126.

12.   Graham Speake, Mount Athos: Renewal in Paradise (New Haven, CT: Yale University Press, 2002), 209-215.

13.   John A. Widtsoe, “Symbolism in the Temples”, Archibald F. Bennett, ed., Saviors on Mount Zion, 1950, p. 163.

14.   Hugh Nibley, “Return to the Temple”, The Collected Works of Hugh Nibley: Vol. 12 — Ancient History, Temple and Cosmos, Don E. Norton, ed., 1992, pp. 61, 64.

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Marcelo de Almeida

De Fortaleza/CE, e com 34 anos, Marcelo de Almeida é solteiro, missionário retornado e serve como Diretor de Indexação da Estaca. Ele estuda Enfermagem e é SUD desde os 16 anos, tendo servido na Missão Brasil Londrina.
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