Muito se tem falado sobre a necessidade de uma reforma política no Brasil. Nas rádios, canais de TV, sites e redes sociais o tema foi propagado e bastante discutido. Mas afinal, o que é reforma política?

A reforma política pode ser entendida como um conjunto de propostas para uma reorganização do sistema político brasileiro que não foram modificados na Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988). Foi no final da década de 1990 que o debate sobre a reforma política tomou a forma como o que vem sendo discutindo hoje, se configurando em torno de alguns pontos: a reorganização ampla das regras do sistema político e da forma de financiamento de campanha, a criação de novas instituições capazes de aumentar a participação e os diferentes padrões de interação entre instituições representativas e participativas.
A FADESP – Federação dos Advogados do Estado de São Paulo realizou na Câmara Municipal de Campinas uma palestra com o tema “Reforma Política”. Os assuntos abordados nesta palestra foram o fim das coligações dos partidos, aprovação de candidaturas própria sem a necessidade de estar filiado a um partido político. A corrente mais forte que pode prosperar é o modelo “distritão”. O que seria o voto distritão? Os candidatos mais votados serão eleitos, acabando com o coeficiente eleitoral.

Exemplos não faltam, uma das propostas de emenda constitucional (PEC) da comissão de reforma política da Câmara que deve ir à votação no plenário pretende acabar com esse problema. Pela proposta, os partidos não poderão compor chapas conjuntas na eleição proporcional para deputado e vereador.

Políticos ou artistas puxadores de votos não irão mais eleger outros com seus votos. Sobre financiamento público de campanha, existem partidos que apoiam e lutam por esta ideia. Também esta sendo proposto o fim do voto obrigatório, fim da reeleição para cargos majoritários. Desta forma o mandato de quatro anos, se aprovado, o projeto propõe que executivo governe por cinco anos.

Atualmente existem 111 projetos de reforma política no Congresso Federal. Segundo Eduardo Cunha, Presidente da Câmara Federal, “A reforma política vai sair, nem que seja na marra” até maio deste ano.

Nós membros d’ A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias devemos acompanhar, fazer parte da política do nosso país, somos responsáveis por nossos atos, ações, pois hoje sofremos as consequências de nossas escolhas, sendo elas certas ou erradas. O Presidente Brigham Young disse; “Somos um povo político? Sim, muito político. Mas a que partido vocês pertencem ou em quem votariam? Eu lhes direi em quem votaremos: votaremos no homem que apóie os princípios de liberdade civil e religiosa, no que tiver maior conhecimento e que tiver o melhor coração e cérebro para ser um estadista. Pouco nos importa se ele é um liberal-conservador, um democrata, (…) um republicano, (…) ou qualquer outra coisa. Essa é nossa política.” – Brigham Young, Discursos de Brigham Young, p. 358

Lemos em Mateus 5:13 – “Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens.”

Aviso: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é neutra politicamente. Veja mais em Neutralidade Política no site Oficial da Igreja.

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Fernando Stancatti

Fernando Stancatti, 41 anos, é casado e pai de dois filhos. Reside em Campinas/SP e é formado em administração de empresas. Serviu na Missão Brasil Brasília de 1993 a 1995. É Diretor do INADEC (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor) e serve como membro do Conselho Municipal de Esportes e Lazer da cidade de Campinas. Recebeu monção honrosa da Câmara Municipal de Americana no ano de 2009 e o Título de Cidadão Campineiro no ano de 2013, devido aos projetos executados para a sociedade e pelo município.
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