Ser capaz de falar bem é o alvo de todo santo dos últimos dias”, diz o autor do Livro Mágico de Oratória (LMO).

Dissemos já que, para se ser um bom orador, é necessário:

  1. “Ler bastante! (assuntos em geral),
  2. Aprender (Técnicas de Oratória) e
  3. Praticar bastante (Discursar sempre que tiver oportunidade). A prática vai trazendo a perfeição em discursar.

Veja a 1ª Parte neste link: O LIVRO MÁGICO DE ORATÓRIA (1ª Parte)

Veja a 2ª Parte neste link: O LIVRO MÁGICO DE ORATÓRIA (2ª Parte)

Veja a 2ª Parte neste link: O LIVRO MÁGICO DE ORATÓRIA (3ª Parte)


Antes de falarmos da CONCLUSÃO do discurso, recapitulemos rapidamente o que já vimos:

1. Na 1ª parte, eu disse que o LMO (Livro Mágico de Oratória) ensina que um bom discurso começa com uma boa INTRODUÇÃO.

2. Depois da Introdução, o LMO nos ensina que devemos dizer o assunto que vamos falar, ou seja, anunciar o tema de nosso discurso

3. Aí então, é que se entra no CORPO do discurso propriamente dito.

O LMO nos ensina que é o “corpo do discurso” do discurso é aquilo que você “preparou para usar, de forma amigável, casual, como numa conversação. Fale sinceramente, com convicção e entusiasmo!”.


Agora iremos ver, então, a CONCLUSÃO, que é o “arremate” de um bom discurso.

O LMO diz que A Conclusão “…é um breve resumo, ou a declaração inicial, com conclusões”. Diz também que as conclusões devem ser “breves” e quando vem “sem ser anunciada, quando deixa certo sabor doce, certa atitude positiva para com o auditório

Diríamos então, que a conclusão deve deixar no auditório um gostinho de “quero mais” – por isso, termine seu discurso ANTES do tempo, e não EM CIMA do tempo dado, e nunca DEPOIS do tempo determinado.

Terminar depois do tempo, além de ser contra as regras da boa oratória, é falta de consideração para com o próximo discursante, e se você for o último orador, falta de consideração para com o auditório.

Não é quanto tempo você fala, mas sim O QUÊ e COMO você fala que vai deixar uma boa (ou má) impressão no auditório. Por isso, não fale mais do que o tempo dado a você.

E na Igreja, pior do que deixar uma má impressão, é não atingir o objetivo do discurso, que é o de MOTIVAR o ouvinte a MELHORAR SUAS ATITUDES, e a SENTIR O DESEJO DE SER MELHOR PESSOA do que era antes de você começar a falar.

Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores do que o teu silêncio, e lembre-se que alto deve ser o valor de suas ideias, não o volume de sua voz. Falar sem pensar é disparar sem apontar.”(George Hebert)

Você também pode terminar seu discurso com perguntas interessantes, fazendo sua Conclusão deixar nos ouvintes algo a responderem a si mesmos.

Precaução: O LMO é claro: Quando anunciar que está terminando o discurso (se optar por avisar que vai acabar o discurso) termine mesmo! Não estique o discurso depois de anunciar o fim dele, por mais tentador que seja, por melhor que seja a história que você lembrou no momento!

Não confunda entusiasmo com inspiração, porque a casa de Deus é uma casa de ordem, e não ser pontual nas coisas pode afugentar o Espírito Santo, e não atraí-lo para perto de você.

Muito poderíamos abordar ainda a respeito de como se fazer um bom discurso. Creio, porém, que o que ensinamos aqui, baseados no LMO, tenha sido útil para os que acompanharam a série de 4 partes, ou mesmo para quem só tenha lido uma parte da série apenas.

Prepare bem seus discursos, tenha fé, respire fundo, levante-se, caminhe firmemente para o púlpito, olhe para os ouvintes, sorria e faça um BOM DISCURSO!!!!!

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Luiz Polito

Luiz Polito serviu na Missão Brasil Rio de Janeiro (1978/80). É músico e microempresário. Proprietário de um Sebo Virtual, chamado Higino Cultural. E atualmente serve como Consultor de História da Família na Ala Bauru - Estaca Bauru.
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