Já passa da 1 hora, portanto é madrugada, estou orando, pensando nos mistérios da vida e nos grandes problemas que nos assolam, individualmente ou aqueles que se abatem sobre nossos filhos e entes querido; ou como outros que escapam a nossa alçada, os dramas coletivos que vemos na televisão todos os dias de nossa existência.

Não há duvida de que estamos vivendo tempos duros e adversos. Essas dificuldades se abaterão sobre todos, assim como as gotas de chuva ou os raios de sol, porque está posto que assim deve ser. É desejável portanto que estejamos organizados em todos os sentidos para enfrentarmos os desafios que vierem sobre nós. Ninguém estará preparado repentinamente, ao contrario, este processo ocorre de forma gradual, diante de esforço determinado para esse fim. Devemos buscar o exercício do vigor e resistência emocional. Certamente haverá momentos em que seremos chamados a responder a provocações que sentiremos ser maiores do que nossa capacidade de suportar. Poderão surgir nas ocasiões de perda, desemprego, problemas de saúde física ou mental, nas calamidades e outros.

No domingo passado eu ensinava na sociedade de socorro justamente sobre o testemunho e pedi que as irmãs achassem sinônimos para esta palavra. Surgiram nomes como alimento, força, alicerce, esperança, para citar alguns. Sugeri a elas que quando se sentissem cansadas, aflitas ou sofridas por alguma razão, que lançassem mão do seu alimento, ou do seu testemunho, para continuar caminhando, após o descanso e refrigério alcançado.

Utilizar nosso testemunho como forma de superar provações e de resistir à tentações e dificuldades me parece a maneira mais inteligente e apropriada de colocar na prática os princípios do evangelho restaurado. Um procedimento simples quando praticado continuamente pode se tornar um bom habito; a continuidade de bons costumes é capaz de alterar comportamentos positivamente; boas fontes de inspiração representam a chave mestra para a mudança dos pensamentos, que promoverá a transformação dos sentimentos, que por sua vez irá alterar a natureza das ações, e assim por diante…sugiro que tentem, vale muito a pena!

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Suzana Mcauchar

Membro da Igreja há 35 anos, é casada e mãe de dois filhos. Psicóloga credenciada nos Serviços Familiares SUD. Serve como 1ª Conselheira na Sociedade de Socorro e como Professora na Escola Dominical. Trabalha com políticas públicas na Prefeitura de Juiz de Fora, além de ser professora universitária.
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