Um sinistro jogo viral tem causado alarme no mundo todo. É o jogo da Baleia Azul, disputado pelas redes sociais, que propõe desafios macabros aos adolescentes, como bater fotos assistindo a filmes de terror, automutilar-se, ficar doente e, na etapa final, cometer suicídio.
Aparentemente o fenômeno começou na Rússia, mas está se espalhando – inclusive no Brasil. Depois de investigar a causa destes e outros suicídios cometidos por jovens, a polícia ligou os fatos a um grupo que participava de um desafio com 50 missões, sendo a última delas acabar com a própria vida. Tudo na internet se espalha muito rápido, mesmo as coisas mais inacreditáveis. Neste caso não é diferente. O fenômeno ganhou visibilidade e vem se alastrando pelo mundo. Em alguns países, como Inglaterra, França e Romênia, as escolas têm feito alertas às famílias, depois que adolescentes apareceram com cortes nos braços, queimaduras e outros sinais de mutilação.
O comportamento suicida e as conversas relacionadas a isso são geralmente um pedido de ajuda. Esteja atento a declarações como: “Não me importo se vou viver ou se vou morrer” ou “Todos seriam melhores sem mim”. Nunca ignore uma conversa relacionada ao suicídio ou quaisquer sinais que seu amigo pode lhe dar, tais como quando seu amigo:
  • Sempre quer ficar sozinho.
  • Está de mau humor ou irritado.
  • Tem uma mudança repentina de personalidade.
  • Está usando drogas ou álcool.
  • Está dormindo muito ou pouco.
  • Está doando suas coisas.
  • Expressa sentimentos de desesperança, sente-se encurralado e pensa que não tem motivos para viver.
  • Fala sobre se matar ou se ferir.
Se você ou algum conhecido está pensando em cometer suicídio, busque ajuda imediatamente. Busque ajuda antes de qualquer coisa. Conte a seus pais, a seu bispo ou a um adulto em quem você confia. Não permita que o medo, a vergonha ou o constrangimento o impeçam de obter ajuda para si mesmo ou para alguém com quem você se importa. Uma vida está em jogo. Neste momento, pode parecer que seus problemas vão durar para sempre, mas você não tem ideia de como será o amanhã ou a próxima semana. Você pode resolver seus problemas e tomar medidas para melhorar. As coisas vão melhorar. O Presidente Dieter F. Uchtdorf disse: “Mesmo depois da mais tenebrosa noite, o Salvador do mundo vai conduzi-los a uma gradual, agradável e brilhante alvorada que, sem dúvida, vai despontar dentro de vocês” (“A Esperança da Luz de Deus”, A Liahona, maio de 2013). Portanto, fique firme; há esperança!
“Não há dor física, tribulação espiritual, angústia da alma ou sofrimento, enfermidade ou fraqueza que enfrentaremos na mortalidade que o Salvador não vivenciou antes de nós. (…) Ele pode nos auxiliar, tocar, socorrer, curar e fortalecer para que sejamos mais do que jamais poderíamos ser e nos ajudar a fazer o que jamais poderíamos fazer se dependêssemos somente de nossa própria força.” Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, “Carregar Seus Fardos com Facilidade”, A Liahona, maio de 2014, p. 90.

Aqui Estão 7 Maneiras de Evitar Um Suicídio:

Você pode criar um plano de segurança para que, caso tenha pensamentos de autoagressão, possa começar no passo 1 e prosseguir ao longo dos passos até se sentir seguro. A melhor hora para criar seu plano é antes de se ver numa crise. Guarde seu plano num lugar onde possa acessá-lo com facilidade, como no seu celular. Há sites da Internet e aplicativos que têm modelos úteis para preencher, ou você pode criar um plano com a ajuda de um especialista (ver passo 6 a seguir) ou sozinho usando estas sugestões:
1. Reconhecer os sinais de alerta.
Que tipos de pensamentos, estados de espírito e comportamentos o informam de que uma crise pode estar se desenvolvendo? Descreva-os com suas próprias palavras. Por exemplo: “Quando cancelo todas as minhas atividades e só quero dormir”. “Quando tenho pensamentos recorrentes de que sou um fardo.” “Quando me sinto agitado como se precisasse fazer algo imediatamente para livrar-me da dor.” Ao notar esses sinais de alerta, isso pode ajudá-lo a saber que precisa ativar seu plano.
2. Tente acalmar-se e consolar-se.
Crie uma lista de atividades tranquilizadoras e relaxantes que você pode realizar quando tiver pensamentos ou a compulsão de ferir-se. Exemplos disso podem incluir dar uma caminhada, tomar um banho quente, exercitar-se, orar ou escrever no diário.
3. Pense em motivos para viver.
Às vezes, a dor pode tragar os pensamentos positivos. Crie uma lista para lembrá-lo das pessoas que você ama, coisas que gosta de fazer e bênçãos pelas quais sentiu gratidão.
4. Estenda a mão para outros e peça ajuda.
Faça uma lista de várias pessoas (com o número de telefone) com quem você pode conversar ou que estão dispostas e disponíveis para ajudá-lo pelo restante de seu plano de segurança durante uma crise. Essas pessoas podem incluir amigos, membros da ala e familiares.
5. Certifique-se de estar num ambiente seguro.
Isso pode envolver pedir a alguém que remova coisas que você provavelmente usaria para ferir-se, ou ir para outro lugar até que os sentimentos mudem. Faça uma lista de ambientes sociais — como parques, ginásios, cinemas, etc. — que são seguros e que o distraiam.

6. Caso sinta vontade de ferir-se, contate um profissional.
Faça uma lista de nomes, telefones e endereços de clínicas, prontos-socorros e telefones de auxílio a emergências. O site suicide.org/international-suicide-hotlines.html tem uma lista de telefones de dezenas de países. Nos Estados Unidos, por exemplo, o número é 1-800-273-TALK.
7. Depois de fazer isso, se ainda não se sentir seguro, ligue para o serviço de resgate ou dirija-se ao hospital mais próximo e peça ajuda.

Doug Thomas
Assistente social clínico credenciado

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Elias Rozendo

Nasceu no dia 14 de Fevereiro de 1990, na cidade de São João Del Rei- MG. Conheceu a Igreja em Manaus e foi batizado em 2005. Fez seminário e cursa o instituto. Serviu na Missão Brasil Santa Maria, onde recebeu a inspiração para escrever o seu primeiro livro ' A VERDADE SOBRE OS MÓRMONS''.É apaixonado por comunicação.
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